Balanço ambiental aponta recuo na destruição de biomas e foco em sustentabilidade
No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil consolida uma virada histórica na gestão ambiental com a queda de 20,6% no desmatamento entre 2024 e 2025, registrando o menor índice desde 2019. A reestruturação promovida pelo Governo Federal freou o desmonte herdado da gestão anterior através do restabelecimento de órgãos fiscalizadores e da reativação do PPCDAm, com a meta ousada de zerar o desmatamento até 2030. No front da proteção humanitária, operações massivas sufocaram o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, gerando prejuízos de R$ 709 milhões ao crime organizado e restabelecendo a soberania territorial.
Aliado ao combate aos ilícitos, o fomento econômico ganhou robustez com programas como o Bolsa Verde e o Floresta+Amazônia, que remuneram comunidades tradicionais por serviços de conservação. Os alertas do Inpe chancelam a eficácia das medidas, apontando recuos expressivos na perda de vegetação nativa no Cerrado, na Amazônia e uma diminuição histórica de 40% na Mata Atlântica. Paralelamente, a sanção da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo reduziu as queimadas nacionais em 39% comparado à média anterior, com destaque para a retração de 91% nos incêndios do Pantanal.
Essa forte guinada prática evitou a liberação de mais de 733 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, validando o novo modelo de desenvolvimento sustentável do país. Com a mobilização de R$ 138,1 bilhões em financiamento climático e a elaboração de estratégias de adaptação urbana para 52 milhões de cidadãos, o país reconquista sua credibilidade diplomática. A agenda ambiental passa agora a dialogar diretamente com a geração de emprego e justiça social, preparando a infraestrutura nacional para sediar a COP30.