Região Centro-Oeste, 5 de junho de 2026

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Casal do Paraná viaja 1.600 km por causa de um carneiro

Paranaenses atravessam o Brasil em 17 horas para apresentar carneiro Crioulo na Agrovino, em Bagé
Foto: Ieda Risco /AgroEffective /Divulgação

Um casal de criadores de Morretes, no litoral do Paraná, percorreu cerca de 1.600 quilômetros para participar da 18ª Agrovino, em Bagé (RS). Após uma jornada de 17 horas, Paulo Alberto e Andreia Campos, da Cabanha Guerreiros dos Campos, chegaram ao Parque Visconde Ribeiro de Magalhães com um carneiro da rara raça Crioula para avaliação.

“Fizemos nossa estreia em pista aqui. Bagé nos acolheu de tal maneira que sentimos quase uma obrigação: todos os anos que pudermos, viremos”, afirma Paulo, que já participou com a esposa de outras feiras gaúchas, como Fenovinos e Expointer. Dedicado aos ovinos Crioulos, animais de pelo longo e chifres que variam de um a três pares, o casal mantém um laço especial com a cidade.

Preocupados com o bem-estar do animal, eles optaram por viajar à noite. Como Paulo não dirige, Andreia assumiu a direção do veículo, garantindo as melhores condições térmicas para o carneiro durante todo o trajeto.

“Fizemos nossa estreia em pista aqui. Bagé nos acolheu de tal maneira que sentimos quase uma obrigação: todos os anos que pudermos, viremos”, afirma Paulo, que já participou com a esposa de outras feiras gaúchas, como Fenovinos e Expointer. Dedicado aos ovinos Crioulos, animais de pelo longo e chifres que variam de um a três pares, o casal mantém um laço especial com a cidade.

Preocupados com o bem-estar do animal, eles optaram por viajar à noite. Como Paulo não dirige, Andreia assumiu a direção do veículo, garantindo as melhores condições térmicas para o carneiro durante todo o trajeto.

Outro destaque internacional foi a presença do presidente da Sociedade de Criadores de Corriedale do Uruguai (SCCU), Ignacio Tedesco. Ele informou que o rebanho ovino uruguaio soma 4,5 milhões de cabeças, sendo 60% da raça Corriedale. “Os criadores estão investindo em melhoramento genético, buscando lã mais fina e avanços também na produção de carne”, afirmou.

Fonte: Agro em Campo

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