Região Centro-Oeste, 5 de junho de 2026

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Boi gordo se aproxima de R$ 300 por arroba em Goiás

O boi gordo em Goiás atingiu média de R$ 299,25/@ nesta quarta-feira (29), avanço de 0,93% segundo o Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG). A vaca gorda seguiu o mesmo movimento, cotada a R$ 283,29/@.

O Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG) divulgou, nesta quarta-feira (29), o boletim de cotações pecuárias com tendência positiva para o mercado do boi gordo. As informações indicam valorização generalizada nos principais segmentos, tanto no mercado físico quanto nos contratos futuros.

De acordo com o levantamento, o boi gordo à vista foi negociado em média a R$ 299,25/@, alta de 0,93%. Já o boi gordo a 30 dias alcançou R$ 301,44/@, valorização de 0,98%. A vaca gorda à vista também registrou elevação de 0,93%, com média de R$ 283,29/@, enquanto o contrato para 30 dias chegou a R$ 284,75/@, com avanço de 1,29%.

O IFAG observa que a oferta limitada de animais prontos para abate continua sustentando o movimento de alta nas cotações. Com escalas curtas, frigoríficos menores têm elevado os preços para garantir o abastecimento, especialmente em regiões com menor disponibilidade de gado.

No mercado futuro (B3), o pregão também encerrou em alta generalizada, impulsionado por otimismo com as exportações aquecidas e perspectiva de firmeza até o fim do ano. A combinação entre demanda externa consistente, oferta restrita e expectativa de retomada das chuvas tem criado um cenário de sustentação para os preços nas próximas semanas.

Segundo o boletim do IFAG, em Goiás o boi gordo se aproxima de R$ 300/@, com margens industriais pressionadas, mas ainda com tendência de valorização. A entidade destaca que o comportamento firme do mercado reflete competição acirrada entre frigoríficos e retenção estratégica de animais por parte dos pecuaristas, que aguardam um ambiente mais favorável para venda.

A análise do instituto indica que a tendência é de continuidade da firmeza nas cotações, especialmente diante do quadro de oferta enxuta e demanda interna constante. O avanço das chuvas e a melhoria das pastagens devem reforçar a estratégia de retenção, mantendo o mercado sustentado nas próximas semanas.

Fonte: Agro&Prosa

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