Avanço da doença pode afetar trabalhadores e produtividade no campo
O aumento dos casos de chikungunya em Mato Grosso do Sul também preocupa o setor agropecuário, principalmente nas regiões do interior onde a atividade rural depende diretamente da mão de obra diária. Com mais de 10 mil casos registrados em 2026, produtores rurais temem afastamentos de trabalhadores em períodos importantes de plantio, manejo e colheita. A doença provoca febre alta, dores intensas nas articulações e pode deixar sequelas, dificultando o retorno rápido às atividades no campo. Representantes do agro avaliam que surtos da doença podem afetar a produtividade em propriedades rurais e aumentar os custos operacionais. Municípios com forte atuação agrícola e pecuária estão entre os que acompanham o avanço da chikungunya com maior preocupação. Especialistas reforçam a necessidade de prevenção contra o mosquito transmissor, tanto em áreas urbanas quanto rurais. A orientação é eliminar locais com água parada, intensificar ações de conscientização e ampliar o monitoramento epidemiológico para evitar novos surtos no Estado.