Minha primeira experiência impactante com marketing digital no agronegócio foi em uma Agrishow. A caminho deste extraordinário evento, comecei a refletir sobre a possibilidade de criar um programa de entrevistas para o meu perfil no LinkedIn.
Fiquei animado com a ideia, mas faltava um nome. Ao ver a placa Via Anhanguera, logo veio a pergunta: por que não chamar o programa de Via Capella?
Bingo! Agradou em cheio. O próximo passo seria a gravação de entrevistas na Agrishow, onde, por conta do sol, comecei a usar o chapéu. Na sequência, os vídeos foram postados no LinkedIn e o engajamento foi ocorrendo, naturalmente.
Ah! Como é bom lembrar desse momento.
O aprendizado com a criação do Via Capella foi intenso, e não parei mais. Outras iniciativas vieram depois, como o lançamento do site Marketing no Agronegócio, com a publicação de vídeos, artigos, ebooks gratuitos, infográficos etc.
O site Marketing no Agronegócio ampliou a troca de mensagens e experiências com produtores rurais, cooperativas e empresas do agro. Expandi de forma contundente o meu conhecimento sobre agronegócio e pude compartilhar dicas e orientações com o objetivo de ajudar a fortalecer esse importante segmento.
As etapas do marketing digital no agronegócio
As duas experiências (Via Capella e site Marketing no Agronegócio) me ajudaram a entender, por exemplo, que o marketing no agronegócio ocorre em etapas, como se fosse uma engrenagem, na qual uma etapa depende da outra e assim sucessivamente.
A primeira etapa chama-se Visibilidade e engloba a exposição estratégica em canais tradicionais e digitais. Qualquer passo errado poderá comprometer todo o marketing de um produtor rural, cooperativa e empresa de agronegócio.
Neste aspecto, quanto mais impactante a visibilidade (V), mais significativa será a exposição (E) da marca, produto ou serviço.
Após a visibilidade, a segunda etapa chama-se Credibilidade e está amplamente associada a reputação, na mesma linha de visibilidade e exposição.
Aqui é necessário pontuar que a credibilidade é uma conquista dentro do marketing digital de produto, marca ou serviço. Por isso, mais uma vez, ressalto que o marketing construtivo é feito em etapas.
A hora do interesse
A terceira etapa é o Interesse.
Depois de fomentar a visibilidade e a credibilidade, os esforços se concentrarão em despertar o interesse do público-alvo.
Conhecer as características e hábitos é um ponto de partida fundamental para a concretização desta etapa.
Por fim, vem o desejo
A última etapa do marketing no agronegócio é o Desejo e a venda propriamente dita.
Serviços como assessoria de imprensa e produção de conteúdo para redes sociais são grandes aliados para alcançar essa última etapa.
Mas lembre-se: tudo se inicia com a visibilidade muito bem construída. O marketing sólido desde o início é fundamental para se ter êxito na divulgação de um serviço, produto ou marca.
A divulgação pela divulgação não levará a lugar nenhum. A divulgação certeira, via Visibilidade (V), Credibilidade (C), Interesse (I) e Desejo (D), será extremamente eficiente.
Espero que você tenha gostado desse conteúdo sobre marketing digital no agronegócio. Até o próximo texto, com mais dicas e orientações. Vamos, juntos, fortalecer o nosso agronegócio.
Rodrigo Capella é Diretor Geral da Ação Estratégica, empresa de comunicação e marketing com ampla experiência em assessoria de imprensa para agronegócio e produção de conteúdo. E-mail: [email protected]
Obs: artigo publicado originalmente no Agrishow Digital.
Por: Colunista Rodrigo Capella
