Monitoramento de doenças fortalece segurança da citricultura paulista
A Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo estabeleceu o dia 15 de julho como prazo final para que citricultores enviem o relatório de Cancro e Greening referente ao primeiro semestre de 2026 no sistema GEDAVE. O documento deve reunir os resultados das inspeções realizadas entre janeiro e junho em todas as propriedades com citros no estado. A medida busca fortalecer o monitoramento das doenças que afetam a produção de laranja e demais frutas cítricas.
Os dados inseridos no sistema são fundamentais para mapear a incidência e a dispersão das pragas nas regiões produtoras. Com base nessas informações, a Defesa Agropecuária consegue direcionar ações mais eficazes de controle fitossanitário. O preenchimento correto também contribui para a formulação de políticas públicas mais precisas para o setor.
A Portaria SDA/MAPA nº 1.326, de 2025, reforça a obrigatoriedade de eliminação de plantas sintomáticas como parte do Programa Nacional de Prevenção e Controle ao HLB. Além disso, o monitoramento do psilídeo, inseto vetor do greening, segue como exigência permanente em todos os pomares.
A não entrega do relatório pode comprometer o controle sanitário e a rastreabilidade das áreas produtivas. O setor citrícola paulista é considerado estratégico para a economia agrícola nacional e depende do rigor dessas medidas de controle.