Região Centro-Oeste, 15 de julho de 2026

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Uma oportunidade como essa não pode ser desperdiçada

Comecei a trabalhar com marketing no agronegócio no ano de 2004. No início, confesso que a palavra “agronegócio” me assustava. Afinal, o que significava agronegócio? Qual a abrangência?

Era uma mistura de desconhecimento com calafrio. Mas, não demorou muito para eu me apaixonar pelo agronegócio e para eu vivenciar intensamente esse setor.

Hoje, mais de 20 anos depois, essa sensação estranha voltou. É como se eu fosse convidado a sair da zona de conforto para vivenciar algo diferente, algo que pode mudar a minha vida.

O nome disso, costumo dizer, é oportunidade. Muitas vezes, ela vem de forma clara; outras vezes não.

A oportunidade que tive agora veio de forma intensa e impactante: fazer cobertura jornalística em outros países e trazer insights para compartilhar com o agronegócio brasileiro.

Onde eu estarei? No Chile e na Argentina, de 09 a 16 de julho. Lá, visitarei propriedades e conversarei com produtores de diferentes perfis.

Estou preparado? Talvez não. Será um desafio fazer entrevistas em espanhol, mesmo tendo me preparado para isso.

Mas, acredito que uma oportunidade como essa não pode ser desperdiçada. Afinal, nunca estaremos prontos como gostaríamos de estar.

Essa é a dinâmica da vida. Ao aceitar uma nova oportunidade, nós enriquecemos nossos conhecimentos, amadurecemos e, ao final, evoluímos.

Em um setor tão dinâmico quanto o agronegócio, ficar parado é o mesmo que pedir para desistir. Abraçar uma oportunidade pode ser o melhor caminho.

Por: Colunista Rodrigo Capella, especialista em marketing no agronegócio, revela o que ele vai fazer.

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